terça-feira, 14 de abril de 2015

Incertezas!

"De incertezas é que se vive
Pois as certezas só nos destroem
Certezas nos fazem rígidos
Nos cristalizam,
Nos paralisam
Certeza é certeza e pronto
Incerteza pode ser tudo
São sementes de possibilidades!"
JL

Só espero que eu fique bem!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Presente?!

Mais um ano, um mês, um dia...um instante que consegue ser constante e efêmero, é impossível traduzir a verdadeira realidade dos momentos vividos, pois, eles se vão para que outros ocupem seus lugares, seguem a dinâmica da vida a boa e velha MUDANÇA, algo que ninguém escapa. Por mais que os dias, horas e momentos sejam parecidos, nunca são iguais. Hoje me sinto com um misto de serenidade e sensação de conexão com mundo, vejo tanta humanidade até mesmo nas ignorâncias. Erro e acerto, eternas contradições, choro, riso, hostilidade, inveja, arrependimento, medo, carinho,amor, gentilezas, defesas...há humanidade em tudo, até nos erros mais inconcebíveis! A cultura  que nos é passada se reflete trazendo riquezas,pobrezas...aprendizados nem sempre fáceis de serem enfrentados. Isso me faz pensar que somos todos feitos de tudo, é onde reside a companheira da humanidade, a velha e atual contradição onde não há limites e muito menos definições.

Jacqueline Oliveira

domingo, 6 de julho de 2014

Mudanças à Vista!!!

Já não sou a mesma, como você também não é. Endureci um pouco, desacreditei muito das coisas, sobretudo das pessoas e suas boas intenções. A única pessoa a quem devo dar satisfações é a mim própria e, dentro de certas limitações, eu me sinto relativamente cumprido com o que fiz de mim mesma. O que eu queria que entendesses é que sou uma pessoa. Com certa inteligência, certa cultura, certa sensibilidade. E certas idéias (que não te agradam). Mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado. Essa modificação vinha se processando sem que eu mesmo percebesse e, com determinadas leituras e determinadas vivências, ela se consumou. 
Adaptado
C.F

sábado, 10 de maio de 2014

A Tal Ilusão

Inverti meu caminho
Pra não bater com a realidade
Antes estar sozinho
Que tirar sua liberdade

Antes eu pensava em você,
era tudo que eu sonhava
Essas coisas que vemos na tv
mas era só porque eu te amava.
Verônica H.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Desistir!?


(...)Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, (...).Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar sem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio e paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar. Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer.

M.R.P

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

...

É isto. Eu aqui tenho ido um pouco aos trancos. As vezes duvidando um pouco do acerto das opções que foram sendo feitas nos últimos anos, quando me dou por conta nesta cidade quase sempre árida, sem nenhum amor, sem paz. Um ceticismo, umas durezas que eu não tinha antes. Deixa pra lá
Ando muito só, um tanto assustada, e com a esquisita sensação de que tudo acabou. Ou pelo menos está se transformando — e radicalmente — em outra coisa. E tão vago, não sei sequer dizer do que se trata. Difícil arrancar uma certa lucidez disso tudo. Mas sinto que o coração se depura um pouco mais, em cada porrada. Meu olho compreende cada vez mais.
CF