domingo, 28 de outubro de 2012
Contra o Sol

Preso nos seus olhos sem amor
Solto nessas mãos em aflição
Não me peça tantas desculpas
Não quero seus truques, quero seu sangue
Suas mãos vazias, mas inteiras
Solto nessas mãos em aflição
Não me peça tantas desculpas
Não quero seus truques, quero seu sangue
Suas mãos vazias, mas inteiras
Perco-me no abraço sob a luz
Paro a face dura contra o sol
Não te peço tanta certeza
Embora eu queira tudo o que sinto
Espero...
Paro a face dura contra o sol
Não te peço tanta certeza
Embora eu queira tudo o que sinto
Espero...
Rindo dessa frágil promessa
Finjo que meu riso me acalma
Deito a noite escura e faço festa
Tentando não me ver perder
Aquilo que eu já sei escapa
Finjo que meu riso me acalma
Deito a noite escura e faço festa
Tentando não me ver perder
Aquilo que eu já sei escapa
Lento com seus lábios sem calor
Pálido das noites sem parar
Não me escreva versos sem vida
Se já não leio meus inimigos
Discretos...
Pálido das noites sem parar
Não me escreva versos sem vida
Se já não leio meus inimigos
Discretos...
Rindo dessa frágil promessa
Finjo que meu riso me acalma
Deito a noite escura e faço festa
Tentando não me ver perder
Aquilo que eu já sei escapa!
Finjo que meu riso me acalma
Deito a noite escura e faço festa
Tentando não me ver perder
Aquilo que eu já sei escapa!
Megh Stock
Aviso
Se me quiserem amar, terá de ser agora:
depois, estarei cansada.
Minha vida
foi feita de parceria com a morte:
pertenço um pouco a cada uma,
para mim sobrou quase nada.
Ponho a máscara do dia,
um rosto cômodo e fixo:
assim garanto a minha sobrevida.
Se me quiserem amar, terá de ser hoje:
amanhã, estarei mudada.
depois, estarei cansada.
Minha vida
foi feita de parceria com a morte:
pertenço um pouco a cada uma,
para mim sobrou quase nada.
Ponho a máscara do dia,
um rosto cômodo e fixo:
assim garanto a minha sobrevida.
Se me quiserem amar, terá de ser hoje:
amanhã, estarei mudada.
Lya Luft
Assinar:
Comentários (Atom)
